segunda-feira, fevereiro 25, 2008

What happens in the ´hood, stays in the ´Hood.

Pois é...

Parece que foi desta que, com muito esforço (mérito total da Aninhas, isto os créditos têm que ser dados a quem de direito), se realizou a jantarada ucipiana que já vinha sendo requisitada há cerca de 2 anos. Tinham havido umas tentativas (uma das quais ensaiada pelo your´s truly) mas nenhuma delas com o "elán" do jantar a que tive o prazer de comparecer no passado Sábado. Para a história fica o reencontro dos Brak 5 (sem que um deles estivesse a dormir/doente/em Itália/em Estremoz/no Panamá) que até direito a foto teve (linda, diga-se de passagem), e a maravilhosa frase: "o que acontece no bairro, fica no bairro..." eheheheh

Homem da Faina esperando ansiosamente pelo próximo reencontro out

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Petição "Luis...NÃOOOO!!... Filipe"

Estou a começar uma petição com o simples objectivo de vender/emprestar/oferecer a cartel de tráfico de orgãos/atar um bloco de cimento e largar no mar o Luis Filipe. Um jogador daquele "calibre" estaria melhor a jogar num Arrentela, ou num Olivais e Moscavide Sport Clube (sem qualquer desrespeito para essas formações de grandiosos). Talvez num jogo de casados contra pernetas conseguisse brilhar, não sei. O facto é que com aquele homem em campo, o Benfas parte para qualquer partida com menos 1, ou pior, 10 contra 12. Dessa forma gostaria que passassem uma sms aos vossos amigos e conhecidos que sejam adeptos do Glorioso com o texto "Simpatizem com esta Causa: Vamos lá oferecer uma viagem de ida sem volta ao Luis Filipe".

A sério. Se aquilo é um lateral deixem-me rir (ou chorar,vá) um bocadinho. Pior contratação dos últimos 5 anos. Nunca pensei que chegasse o dia em que dissesse "que saudades do tempo em que o Beto era o pior elemento do Benfica!!" mas esse dia chegou.

Homem da Faina Out

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Steven Wright The Great

Algumas frases magnificas de Steven Wright. Para quem não conhece, recomendo uma pesquisa no Youtube.

"If Barbie is so popular, why do you have to buy her friends?"

"What happens if you get scared half to death twice?"

"Depression is merely anger without enthusiasm."

"All those who believe in psychokinesis, raise my hand."

"42.7% of all statistics are made up on the spot."

"A clear conscience is usually the sign of a bad memory."

"The problem with the gene pool is that there is no lifeguard."

"To steal ideas from one person is plagiarism; to steal from many is research."

Homem da Faina Out

Escadas rolantes...

Gosto de escadas rolantes. As escadas rolantes, ao contrário dos elevadores, nunca se avariam. Quanto muito passam a ser "escadas".


Não pode existir um sinal de "escadas rolantes temporariamente avariadas. Pedimos desculpa pela inconveniência".

Faz muito mais sentido um sinal de "escadas rolantes temporariamente escadas. Pedimos desculpa pela conveniência".

Homem da Faina Up

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Vá, pelas criancinhas...


Homem da Faina Out

Só agora reparei...

Já falta menos de um ano para o Bush saltar da "cadeira"!! E agora a questão: um preto (quem se sentir ofendido sente-se aqui e rodopie, porque de certeza que não me conhece) ou uma mulher? Eu se fosse Estado-Unidense provavelmente votava no Obama, mas já tive mais certezas...

Homem da Faina Out

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Pequeno Teste



E agora eu pergunto: haverá comparação possível entre estas musas, e "isto"?


Ana, querida, a prostituição não é só de rua sabes?
(Para aqueles que venham a mencionar o aparecimento desnudo da senhora Soraia em ambos os filmes em que participou, devo relembrar-vos que ambos são considerados peças da 7ª arte. Aquilo que a Porca Malhoa faz será talvez a 8ª arte. A arte de ser tão porca e badalhoca que ao lado de "Malhoa" no dicionário surge agora a definição: "porca, deslavada, e feia que nem cornos")
Homem da Faina Out

sábado, fevereiro 02, 2008

segunda-feira, janeiro 21, 2008

O acto de repetidamente voltar à base

Há certas coisas q n entendo. E qdo n entendo partilho com os outros, para ver se me iluminam.
Uma das coisas mais comuns nas relações amorosas é o chamado acto de "voltar à base". Ou seja, a relação terminou, e passado uns tempos, o ex-casal volta-se a juntar.
Ora isto pode acontecer por várias razões: ficaram com saudades, deram-se conta q afinal devem tar juntos, ela engravidou, não conseguiram viver separados, ficam mais infelizes separados do que juntos, etc...
Isto é uma situação normal, toda a gente já passou por ela. Eu já passei por ela. Regra geral é o anunciar da incompatibilidade incontornável, o chamado "princípio do fim".
No entanto, existem outras situações mais complexas. Aquelas situações em que o casal já se separou e voltou a juntar várias vezes (várias=muitas), situações em que já houve mentiras, infidelidades, discussões violentas, ameaças, insultos, quebras de confiança... e o casal volta-se a juntar de novo. Depois de terem berrado, encornado, insultado e dito que nunca mais na vida se keriam voltar a ver, tornam-se a juntar.
Ora é esta parte que eu não entendo. Há quem diga que é amor. Amor? O amor não é isto. Tá bem que não é fácil, não é simples e exige dedicação e trabalho. Mas estas situações não podem ser amor. Então são o quê? Que sentimento sustenta este tipo de relações? Obsessão? Medo da solidão? Desejo sexual? Pura parvoíce?
Já aturei muita ressaca de final de relação de muitos amigos meus, e sinceramente continuo a não perceber porque raio é que, depois de muito se ter lutado e sofrido pra sair e ultrapassar uma situação dolorosa, uma pessoa se atira prontamente de cabeça para exactamente a mesma situação, pela terceira, quarta ou quinta vez.
Eu nunca digo "desta água não beberei", e já tive a minha dose de "retornos à base", mas haja limites. A natureza humana é, de facto, muito complexa. Uma coisa é uma relação ter terminado porque o casal simplesmente já não suportava a relação, porque discutia, porque já nenhum dos dois se keria esforçar, porque já não estavam apaixonados. Outra coisa é uma relação acabar rodeada de traição, escândalo e desespero. E é exactamente no tipo de relação que acaba muito mal, que o casal acaba por se voltar a juntar mais vezes.
Onde é que se estabelece o limite entre "não saber aprender com os erros" e "só gostar de pessoas que nos fazem sofrer"? As pessoas que ultrapassam este limite são loucas? Carentes? Desiquilibradas? Ou simplesmente humanas?
Ou será que sou eu que tenho algum tipo de inclinação a dar-me com pessoas que não batem bem da cabeça?

Páaaaaal Bento!

Valete no ataque nigas!

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Homem da Faina out